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A mostrar mensagens de Abril, 2016

De Portugal aos Estados Unidos (sem saber falar inglês)

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“Bem, porque é que eu decidi ir para os Estados Unidos durante um ano? É simples: sempre fui péssima a inglês. Tirava negativas desde o meu 5º ano, mas muito sinceramente nessa altura não me preocupava muito. Se desse para passar de ano que era o suficiente. Até que um dia, cheguei ao secundário, e aí toda a história mudou. Para acabar o secundário era preciso não ter chumbado a nenhuma disciplina. Eu não tinha hipótese!”
Para ficares a saber mais sobre a aventura nos EstadosUnidos da Maria Belmar clica aqui para visitar o site do “Inspiring Future”.

Hello from Cedar City, Utah

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Cedar City, Utah

No paraíso dos índios americanos já é de noite e o frio exterior faz-me hibernar nos quase 80ºF da Ponderosa Terrace, uma das residências para estudantes da Southern Utah University. Esta que é uma boa e conceituada Universidade no sul do Utah, tem recebido imenso protagonismo nos recentes anos e que está em claro crescimento no presente. 
Por aqui circulam entre muitas nacionalidades, americanos, chineses, sul coreanos, nepaleses, mexicanos, costa-marfineses, saudi arábicos, alemães, franceses, dinamarqueses, italianos, e um português. Um português!? WHAAAT? A verdade é que ainda estou a tentar perseguir a história e conhecer a presença de portugueses por estes cantos mas não tem sido fácil, nunca ninguém tinha ouvido falar de um português por estas bandas.
Em tom de carta informativa, posso apenas dizer que esta tem sido uma experiência incrível! Sabes quando sentes que de dia para dia estás realmente a aprender mais e mais? Que cresces com os professores e todo o…

O meu ano nos States (António Valadas, Director da MultiWay)

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(Foi assim que tudo começou)

Princípio de Agosto de 1956. Tinha feito 16 anos poucos dias antes. Ia partir para Glendale, uma cidade perto de Los Angeles. Tudo tinha começado uns meses antes, durante um intervalo no Pedro Nunes. Um colega perguntou-me: É pá, não gostavas de ir para os Estados Unidos? A ideia seduziu-me e tratei de me informar como devia proceder para me inscrever. Quando, em casa, falei nisso aos meus pais eles não prestaram grande atenção. Eu passava a vida a ter ideias novas, sempre fora do que era na altura considerado aceitável.

Os meus pais só acreditaram que eu iria mesmo quando recebi uma carta a dizer que tinha sido aceite no programa. A minha mãe chorou bastante. Falaram comigo e eu disse que queria mesmo ir. Aceitaram e nunca mostraram abertamente como lhes estava a custar.

A viagem foi épica. De comboio até Madrid, de avião até Bruxelas, de autocarro até Zebruge e, finalmente, de barco até New York. Fui todo o tempo enjoado. Depois ainda apanhei um avião e trê…